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Pra Todo Mundo Ver – 9º Semana Acarajú Acessível

Aconteceu , na quarta-feira (22/09) 9º Semana Aracajú  Acessível – Sergipe. Primeiramente agradecer a todos os envolvidos, para que esse evento pudesse acontecer e chegar a vários Estados. Abertura foi com Lucas Aribé (Jornalista, radialista, comentarista esportivo, consultor de áudio descrição, professor, músico e cantor). O encontro debateu a importância das ferramentas no ambiente virtual para promoção da acessibilidade, foi um tema pensado em cada vez mais conscientizar toda a sociedade, que quando faz uma ação inclusiva individualmente está contribuindo de forma coletiva, pois assim não precisaremos mais falar a palavra inclusão, acessibilidade. O evento contou com as participações de Perla Assunção (Fundação Dorina Nowill) – Representando a Rede Nacional de leitura inclusa. Juntos desde 2015 fortalecendo a pauta de leitura acessível. Falou brevemente sobre a fundação Dorina Nowill e por meio da Rede de Leitura aprendemos e dividimos, para que toda parcela da população que esta apartada. Todos são muito bem vindos com ou sem deficiência, promovemos 2 encontros nacionais reunindo esses parceiros. Desenvolvemos 02 pesquisa para o cenário leitura acessível. Fica o convite para que todos conheçam mais dessa iniciativa. Telma de Carvalho (DCI/UFS) Nos explanou como seriam as apresentações. Disse das grandes ações e encontros que eram feitos presencialmente em Sergipe, como as panfletagens com alfabeto em Braille, a roda de conversa, apresentações, contação de histórias, trilha sensorial e muito mais… Há 02 anos é feito de forma online e conseguimos alcançar todos os estados! Esse Encontro está gravado e podemos acessar pelo Youtube. Confira na íntegra como foi este encontro por meio dos links: (Manhã) https://www.youtube.com/watch?v=H4H_ovoT5x4 Programação manhã: apresentação cultural da Raissa, vídeo da escritora, compositora, atora cantora Sara Bentes. Workshop  Memoria auto biográfica lançamento do E-book “Além das Lentes e o Fotografia Contanto História – Saulo Coelho Nunes   (Tarde): https://www.youtube.com/watch?v=ncXeybWVb9o A tarde tivemos uma mesa redonda abordando o tema “Como se lê” multiformatos de livros, para abordar esse tema foram convidadas Alda Valéria, Barbará Alves de Carvalho , Clemilda do santos Souza e o Dr. Gustavo Martins. Tivemos um bate papo “Eu leitor”, conversas sobre meus livros com Maria Veronica Esteves, Gabriel Batista, Maria Rubia Andrade de carvalho e Ricardo Mesquita Barbosa. Foi um evento com todos na mesma sintonia, vale a pena conferir!!! =)

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Descrição da imagem: banner virtual de fundo preto e branco com texto destacado em amarelo "Cenários da Leitura Acessível", além do smile da Fundação Dorina e um livro aberto.
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Saiba mais sobre a pesquisa “Cenários da Leitura Acessível”

Por meio do projeto Leitura em Todos os Cantos, viabilizado a partir da Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério do Turismo via Secretaria Especial da Cultura, a Fundação Dorina produziu em 2019 a pesquisa Cenários da Leitura Acessível como forma de subsidiar a Rede na elaboração de novas estratégias de atuação. Realizada pelo Instituto Datafolha entre 02 de julho e 16 de agosto, a pesquisa reuniu dados de entrevistas por telefone, nos formatos quantitativo e qualitativo. Foram ouvidos 38 intermediários de leitura, que planejam e desenvolvem projetos, eventos ou ações de leitura acessível. Todos são profissionais, clientes ou ativistas de instituições parceiras da Rede de Leitura Inclusiva da Fundação Dorina Nowill para Cegos. O Instituto Datafolha também realizou outras 523 entrevistas com colaboradores de instituições que recebem livros acessíveis da organização e pessoas com deficiência visual, nem todos usuários de livros acessíveis. O grau de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de 16 pontos percentuais e representatividade em todas as regiões do país. Clique AQUI para ler a pesquisa completa.

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Jornalista lança livro virtual sobre provérbios da cultura brasileira

O jornalista, escritor e produtor cultural baiano Ednilson Sacramento lança, na segunda-feira (29) o livro virtual sobre provérbios da cultura brasileira “Casa de ferreiro, espeto de pau: provérbios e seus possíveis significados”, que reúne mais de 350 expressões da tradição oral. Lançamento será pelo Youtube, a partir das 19h. Ednilson Sacramento é formado no Bacharelado Interdisciplinar de Humanidades e em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), onde atualmente estuda Produção em Comunicação e Cultura. Ele nasceu em em São Roque do Paraguaçu, distrito de Maragojipe. Produtor de conteúdo digital, há 25 anos ele perdeu a visão com o agravamento de uma retinose pigmentar e hoje atua como ativista pelos direitos da pessoa com deficiência. O seu livro traz expressões populares que que ouviu muitas vezes ao longo da vida. Todo o evento contará com recursos de audiodescrição e tradução simultânea em Língua Brasileira de Sinais (Libras). No chat da live, o público será convidado a compartilhar suas histórias com os provérbios e poderá fazer perguntas. Após o evento, o livro ficará disponível para download no site do autor, onde leitores também podem sugerir outros dizeres para serem futuramente incorporados à segunda edição da obra. A publicação conta com uma versão digital em formato pdf, acessível para pessoas cegas e com baixa visão que fazem uso de leitores de tela, e também uma versão em audiolivro com narração da atriz e locutora Márcia Caspary. Além de ideal para que é cego ou possui baixa visão, os audiolivros também atendem pessoas com dislexia, déficit de atenção e até mesmo pessoas sem deficiência. Leia a notícia na íntegra no site do G1

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Saiba como pessoas com deficiência usam as redes sociais e o que fazer para ser mais inclusivo

Cegos e pessoas com baixa visão estão online. Fazem lives, postam vídeos no YouTube, formam inúmeros grupos de conversa no WhatsApp, tuítam e, não duvide, postam muitas fotos. O ambiente é vibrante. Estou em grupos de bate-papo formados por pessoas com deficiência com centenas de pessoas em que mandar áudio de “Bom dia” é liberado. Também há outros sobre tecnologia assistiva avançada e discussão sobre direitos das pessoas com deficiência, filmes com audiodescrição, educação inclusiva, moda e maquiagem. Aos poucos começo a descobrir quem está fazendo vídeos para contar sobre os desafios que enfrentam e as descobertas que têm feito sem enxergar. Já há pessoas com deficiência visual colocando no cartão de visita “influencer”. As conexões fluem com cada vez mais facilidade. Os celulares estão vindo cada vez mais preparados, os aplicativos das grandes empresas vêm se tornando mais acessíveis, apesar de ainda poderem melhorar em muitos casos, e o conhecimento sobre como usá-los está se disseminando entre diversas gerações. Além disso, o universo virtual está livre das barreiras físicas que, para muitos, podem dificultar o ir e vir e ser um empecilho para novos encontros. A inteligência artificial também ganha espaço nas redes, principalmente no Facebook e no Instagram. Com frequência, os algoritmos conseguem identificar quantas pessoas estão na foto, se alguém está sorrindo, e se há um animalzinho, por exemplo. Mas, apesar de todas as novas possibilidades, a conexão nas redes por vezes ainda é falha e excludente. E talvez você possa fazer algo a respeito. Vale lembrar. Pessoas com deficiência visual usam o celular com o apoio de leitores de tela, programas que leem o que é exibido pelo aparelho. Com isso, tudo fica bem fácil. Se estou vendo um post em uma rede social e deslizo o dedo para a direita, passo para o seguinte. vamos testar juntos. Abro meu Instagram. Na primeira foto, o algoritmo de reconhecimento da rede diz que a imagem pode ser de um drinque. Não há nenhum texto escrito pelo meu amigo acompanhando ela. Passo. Próxima. Uma prima postou algo que o robô só conseguiu dizer que era uma imagem de texto. Ela escreveu como comentário “Assim é mais divertido”. Assim o quê? Não me diverti dessa vez. Chego agora em uma imagem que, diz o robô da rede social, pode ter duas pessoas e um texto. O comentário da usuária diz “se inscreva”. Como não sei de que se trata, não me senti convidado. O leitor de telas tem dificuldade para identificar para mim os textos que estão em imagens. Um meme. A inteligência artificial da rede diz que há um texto escrito “Planeta ficou doente porque está com a humanidade baixa”. Curti. Ponto para os robôs. Mais uma. A moça conta no texto que acompanha a foto que está de bíquini na imagem. Explica porque é importante para ela dividir o clique e sobre os avanços na busca gradual

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DF ganha primeira Academia Inclusiva de Autores Brasilienses

Iniciativa nasceu do projeto Luz & Autor em Braille, que incentiva pessoas com deficiência visual a criar as próprias obras literárias. Em 22 anos de atuação, já foram produzidos mais de 800 textos As ações desenvolvidas na Biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga, ganharam um peso maior neste ano. A primeira Academia Inclusiva de Autores Brasilienses foi fundada com o intuito de promover a obra literária de pessoas com deficiência visual no País e no mundo. A iniciativa nasceu do projeto Luz & Autor em Braille, desenvolvido há 22 anos na biblioteca. Com mais de 800 trabalhos produzidos, o local não só proporciona acesso à leitura para os que não enxergam ou têm baixa visão, como também os estimula a produzir os próprios textos. Desde a criação da biblioteca, em 1995, o projeto já integra 83 autores com deficiência visual com outros escritores que atuam como voluntários. Em 2010, o projeto lançou o livro Revelando Autores em Braille, que traz um compilado de histórias e poemas escrito de forma inclusiva. Coordenadora da biblioteca, Leonilde Fontes acredita que a criação da academia é o coroamento do trabalho de 22 anos. “É a efetivação do projeto que vem sendo desenvolvido ao longo desses anos”, diz. Fundadora e presidente da academia inclusiva, Dinorá Couto não esconde o entusiasmo de poder levar reconhecimento aos autores com deficiência visual, que muitas vezes não têm a oportunidade de mostrar seu trabalho. “Nunca pensei que eu tivesse um poder tão grande e fácil de resolver nas mãos, que é dar alegria a essas pessoas.” Umas das 83 escritoras do projeto, Noeme Rocha equipara a Academia Inclusiva de Autores Brasilienses, da qual é vice-presidente, a qualquer instituição acadêmica literária. Dinorá conta que até pelerines foram confeccionados para a posse dos membros. “Fizemos a logo bordada para que os deficientes possam sentir e saber o que está ali”, comenta. Outra novidade é que a academia inclusiva não ficará restrita a participantes do DF. A fundadora conta que tem membros do País inteiro e até participantes internacionais vindos dos Estados Unidos, Portugal, Itália e França. Uma biblioteca inclusiva e cidadã A Biblioteca Braille Dorina Nowill surgiu em 1995, após a Secretaria de Cultura receber 2 mil livros em braille da Fundação Dorina Nowill. No entanto, para atender a esse tipo de público, precisava de um atendimento especial à altura da assistência que um deficiente visual necessita. Criada com base nessa necessidade, a biblioteca, no primeiro momento, foi instalada em uma sala de aula na Escola Classe 6 de Taguatinga. Com o intuito de promover acesso à literatura de pessoas com necessidades especiais, o espaço também oferece mais de 900 áudios de livros. Os deficientes visuais têm ainda à disposição aulas de reforço, informática, dança e braille. A coordenadora da biblioteca, Leonilde Fontes, conta que o trabalho impacta diretamente a vida dos frequentadores. “É um ambiente de transformação”. Para ela, o espaço promove novos despertares de

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Governo inclui população com deficiência no grupo prioritário de vacinação contra covid

  O governo federal incluiu a população com deficiência na lista de grupos prioritários para a vacinação contra a covid-19. O Plano Nacional está publicado na página do Ministério da Saúde, com atualizações feitas nesta sexta-feira, 19. “Além dos indivíduos com maior risco para agravamento e óbito devido às condições clínicas e demográficas, existem ainda grupos com elevado grau de vulnerabilidade social e, portanto, suscetíveis a um maior impacto ocasionado pela covid-19”, diz o ministério. “Pessoas com deficiência têm encontrado diversas barreiras para adesão a medidas não farmacológicas”, ressalta a pasta. Na tabela atualizada do plano, 6.472 pessoas com deficiência que vivem em instituições e 7.749.058 com deficiências permanentes foram incluídas. Plano atualizado nesta sexta-feira, 19, contempla 7,7 milhões de pessoas, entre surdos, cegos, indivíduos que vivem em instituições e também com deficiências intelectuais. Documento do Ministério da Saúde não cita autistas. “Pessoas com deficiência que vivem em residência inclusiva (RI), que é uma unidade ofertada pelo Serviço de Acolhimento Institucional, para jovens e adultos com deficiência”, esclarece o documento. “Deficiência autodeclarada e documento que comprove a residência. Orienta-se a vacinação no local, contemplando também os trabalhadores desses locais”, ressalta o ministério. “Para fins de inclusão na população-alvo para vacinação, serão considerados indivíduos com deficiência permanente aqueles que apresentem uma ou mais das seguintes limitações: 1 – Limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas. 2 – Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo. 3- Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar mesmo com uso de óculos. 4- Indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, brincar, etc”, detalha o ministério. O Ministério da Saúde manifestou nesta semana a intenção de compra de mais 30 milhões de doses da Coronavac, vacina produzida pelo Instituto Butantan. A expectativa é de receber o novo lote entre outubro e dezembro. Essa remessa se somará aos 100 milhões de doses já compradas do imunizante. O instituto paulista diz que a proposta está sob análise. Até agora, o Butantan já entregou 9,8 milhões. A previsão é de entregar até abril, ao todo, 46 milhões. Outros 54 milhões de unidades restantes serão enviados até o fim de agosto. As previsões, no entanto, podem ser alteradas por causa da dificuldade de o Butantan conseguir os insumos para fabricar a vacina, que vêm da China. Em janeiro, a demora de Pequim para a liberação dessa matéria-prima atrasou o cronograma. A gestão João Doria (PSDB) culpou a falta de organização do ministério e de habilidade diplomática do governo Jair Bolsonaro pelo atraso na liberação dos insumos, que só chegaram ao Brasil no dia 3. A partir do próximo dia 23 está prevista a entrega de 3,4 milhões de doses, em oito entregas diárias de 426 mil. Com isso, a previsão é entregar só 30% das vacinas previstas para

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Idoso cego conseguiu recuperar a visão após primeiro transplante de córnea artificial do mundo

O paciente faz parte de estudos clínicos realizados pela startup israelense CorNet Vision Um idoso cego de 78 anos conseguiu recuperar a visão após se tornar a primeira pessoa a passar por cirurgia de transplante de córnea artificial do mundo. Jamal Furani tinha perdido a visão há mais de 10 anos. O procedimento foi feito em Israel e faz parte dos estudos clínicos da startup CorNet Vision. “O procedimento cirúrgico foi direto e o resultado superou todas as nossas expectativas. O momento em que tiramos as bandagens foi emocionante e significativo. Momentos como este são o cumprimento de nossa vocação de médicos”. O médico Irit Bahar, chefe do Departamento de Oftalmologia do Rabin Medical Center Bahar, que realizou o procedimento, disse ao jornal Israel Hayom: “Temos orgulho de estar na vanguarda desse empolgante e um projeto significativo que sem dúvida impactará a vida de milhões”. O idoso cego que conseguiu recuperar a visão faz parte de estudos clínicos realizados pela startup israelense CorNet Vision, que criou um tipo de córnea sintética que se biointegra ao olho humano. O procedimento é recomendado apenas em casos de córneas deformadas, com cicatrizes ou opacificadas. O dispositivo tem uma lente projetada para se integrar com o tecido ocular usando nanofibra não degradável sintética, que é colocada sob a conjuntiva. O implante KPro é considerado revolucionário devido a rapidez nos resultados e o pós-cirúrgico, que não exige tantas limitações como os procedimentos atuais porque praticamente não requer cortes e pontos. Além disso, com o KPro, haverá uma redução na fila de pacientes para transplante. Como o tratamento se tornará acessível, não será mais necessário um doador do tecido. A CorNeat fez um vídeo mostrando como funciona a cirurgia e os resultados que ela trará para o paciente implantado. Assista ao vídeo em inglês neste link do YouTube. Há no momento outros 10 pacientes na fila para passar pela mesma cirurgia, todos em caráter de teste clínico.

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Criado primeiro teste rápido de gravidez para mulheres com deficiência visual no Reino Unido

Criado um teste de gravidez para mulheres com deficiência visual. O protótipo permite que mulheres com perda de visão conheçam o resultado em particular. No Reino Unido foi criado um teste de gravidez para mulheres com deficiência visual, informou o Instituto Nacional Real de Pessoas Cegas (RNIB, na sigla em inglês) que lançou um protótipo de teste de gravidez que permitirá às mulheres com perda de visão fazerem o teste e saberem o resultado em particular. Todos os testes de gravidez atualmente no mercado dão um resultado visual, seja com uma mudança de cor ou palavras em uma tela. Isso significa que pessoas cegas e ou com baixa visão não têm privacidade se pensarem que podem estar grávidas. A empresa The & Partnership London trabalha há dois anos na fabricação do produto, que traz grandes botões táteis que se levantam quando o resultado é positivo. Ele usa a mesma tecnologia de outros testes de gravidez, mas altera a mostra do resultado de uma tela digital para um botão mecânico. Como os testes de gravidez se baseiam em um símbolo visual, as mulheres com perda de visão não têm direito à privacidade quando fazem um, porque devem contar com outra pessoa para ler o resultado. Com o protótipo, a instituição visa aumentar a conscientização sobre a necessidade de um design mais acessível em muitas áreas da vida. Os anúncios ilustram as implicações na vida real dos testes com design acessível com manchetes dizendo: “Patti está fazendo sexo de novo” e “A menstruação de Sam está atrasada”, e serão veiculados em mídias sociais, rádios e outdoors nas saídas das estações de trem e metrô de Londres, Inglaterra.  A ONG e o The & Partnership também estão disponibilizando gratuitamente a pesquisa e o processo por trás do protótipo em DesignForEveryone.org, para incentivar outros designers a colocar a acessibilidade em primeiro lugar. Martin Wingfield, chefe de marca e marketing da ONG Instituto Nacional Real de Pessoas Cegas, disse ao site Campaig: “O problema não se limita apenas aos testes de gravidez, já ouvimos histórias incríveis de pessoas com perda de visão por não conseguirem acessar suas próprias informações médicas. Da embalagem do produto às informações financeiras, todos têm direito à privacidade e dignidade ”. Yan Elliott, diretor executivo de criação da The & Partnership, acrescentou: “Este protótipo prova que é absolutamente possível fazer a diferença na vida das pessoas, apenas olhando novamente para os produtos que usamos. Design acessível não é algo que está longe no futuro, é para aqui e agora e queríamos que designers iniciantes fossem capazes de pensar de forma acessível no futuro, compartilhando-os. ” O designer independente Josh Wasserman criou o novo teste após uma pesquisa com mulheres cegas ou com visão parcial e foi concebido como parte da campanha “design para todos”. “É importante que todos entendam como o design pode ser usado para conscientizar a população sobre uma questão

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Pesquisadores criam jogo de tabuleiro para crianças aprenderem Braille

Jogo de tabuleiro para crianças aprenderem braille permite alfabetização e desenvolvimento de habilidades táteis. Segundo o Portal Correio, pesquisadoras da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) desenvolveram um dispositivo para auxiliar no aprendizado de crianças cegas ou com baixa visão. Por meio da ferramenta lúdica, é possível alfabetizar em Braille, explorar habilidades táteis e reconhecer formas 2D (em duas dimensões). A tecnologia associativa, patenteada pela Agência UFPB de Inovação Tecnológica (Inova) e criada em parceria com o Instituto de Cegos da Paraíba, em João Pessoa, é constituída de um tabuleiro com espaços quadriculares para o encaixe de peças que representam coisas do cotidiano. Cada peça contém o nome da respectiva forma, tanto em Braille, para crianças cegas, quanto em caixa alta e em alto-contraste, para crianças com baixa visão. O jogo de tabuleiro para crianças é feito de polímero ABS, um material emborrachado e flexível. Antiderrapante, oferece mais aderência no manuseio, impossibilitando a projeção do dispositivo para frente ou para as laterais. Para desenvolver o tabuleiro, as pesquisadoras Joele Marques, Catharine Sanches e Maryana Tavares, sob orientação do professor do Departamento de Engenharia de Produção Fábio Borges, buscaram entender quais as necessidades e barreiras encontradas durante o processo de ensino de pessoas com deficiência visual. O levantamento apontou dificuldade de encontrar brinquedos inclusivos. Até mesmo os educativos não eram completos. Quando identificados, os brinquedos inclusivos apresentaram elevado custo em comparação a produtos similares e direcionados para pessoas que enxergam normalmente. O professor Fábio Borges destaca que o dispositivo é ao mesmo tempo um brinquedo e uma ferramenta, unindo diversão e aprendizagem, o que potencializa o desenvolvimento das crianças. “Para as crianças com deficiência visual, isso é muito mais gritante, porque elas não têm a interação que nós temos com o mundo. Então, a parte lúdica de perceber que eu estou aprendendo o Braille por meio de uma brincadeira, de um jogo, facilita não só a aprendizagem em si, mas o apego, o querer brincar para aprender”, conta o professor. De acordo com os pesquisadores, o uso da tecnologia assistiva é de grande importância para promover a integração e a independência das pessoas com deficiências visuais. Tecnologia assistiva consiste em uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas funcionais encontrados pelas pessoas com deficiências. Maryana Tavares, uma das pesquisadoras que criaram o dispositivo, ressalta a importância da invenção. “A ferramenta proposta traz o aspecto lúdico à aprendizagem do Braille, com o objetivo de torná-la simples, divertida e possível de ser compartilhada com outras crianças”. Para ela, além da aprendizagem divertida, a ferramenta pode proporcionar interação entre as crianças usuárias e, consequentemente, mais inclusão e integração à sociedade, valores que compõem o cerne da tecnologia assistiva. O estudo foi realizado considerando dados do Censo Demográfico 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apontavam que 21,8% da população paraibana possui alguma dificuldade visual, mesmo com

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4 de janeiro é o Dia Mundial do Braille

  Hoje, dia 4 de janeiro, é comemorado o Dia Mundial do Braille, data de nascimento de Louis Braille. Ele nasceu em Coupvray, uma pequena aldeia a leste de Paris, em 4 de janeiro de 1809 e ficou cego aos três anos de idade após se acidentar na oficina do pai. Ao tentar perfurar um pedaço de couro com uma sovela, aproximou-a do rosto e acabou ferindo seu olho esquerdo. A infecção se expandiu e atingiu o outro olho, deixando-o completamente cego. Para desenvolver um sistema de leitura e escrita para pessoas cegas, ele usou como base o sistema de Barbier, utilizado para a comunicação noturna entre os soldados do exército francês. Foi no ano de 1825 que o sistema de escrita e leitura revolucionou a vida das pessoas cegas e com baixa visão. Composto por seis pontos que, combinados entre si, permitem a representação do alfabeto, números e simbologias, a técnica desenvolvida por Louis Braille atravessou gerações e foi pioneira ao permitir mais autonomia e independência das pessoas com deficiência visual. Hoje, mesmo quase 200 anos após a sua criação, o braille continua sendo o único método de alfabetização para crianças nascidas cegas. É claro que nesse tempo a tecnologia avançou e permitiu a criação de diversos recursos de acessibilidade, ampliando o horizonte das pessoas com deficiência, mas nenhum deles – seja a audiodescrição, ou softwares que permitem a leitura de e-mails, por exemplo –, substitui esse sistema. Como dizia D. Dorina de Gouvea Nowill: “Na escada da vida, os degraus são feitos de livros”. E a gente precisa do braille para lê-los. Viva o Dia Mundial do Braille!

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Todas as pessoas com deficiência precisam conhecer a Lei Brasileira de Inclusão

2020 está terminando e, no início do próximo ano, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) completa 5 anos de vigência. Marco legal no ordenamento jurídico brasileiro que teve como base a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009. Muito já foi feito desde então, mas ainda persistem muitos desafios. O mais notável de todos, talvez, seja a transição do modelo de avaliação da deficiência, ainda baseado em diagnósticos de doenças, agravos e sequelas, para o modelo biopsicossocial. Não se trata de uma mera mudança de formulários. A proposta de um sistema único de avaliação da deficiência envolve uma rede de avaliação, valoração e certificação da deficiência, de abrangência nacional. Envolve a capacitação dos profissionais dessa rede e o trabalho incansável de especialistas que precisam definir como essa avaliação interage com o acesso às políticas públicas voltadas para pessoas com deficiência. Caminhando lado a lado com esse desafio, surge o Cadastro-Inclusão que deverá ter interoperabilidade com as outras bases de dados federais para permitir dados mais precisos sobre a população com deficiência, além de um sistema de tecnologia da informação unificado e vinculado à avaliação biopsicossocial. Embora essas possam ser consideradas as maiores expectativas para 2021, podemos olhar para trás e listar avanços em direitos que ainda precisam ser apropriados pelas pessoas com deficiência. Muitos desconhecem o que foi feito nesses 5 anos de vigência da LBI. Direitos adquiridos que merecem destaque com o objetivo de torná-los mais difundidos e acessados pela população com deficiência. Acesso a edificações – O projeto e a construção de edificações multifamiliares, como prédios de apartamentos, devem seguir o Decreto nº 9.451, de 2018, que regulamentou o art. 58 da LBI. Em regra geral, toda a área comum dos empreendimentos deve ser acessível e todos os apartamentos devem ser adaptáveis, ou seja, devem permitir sua adaptação para se tornarem completamente acessíveis às necessidades das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida que os adquirirem. O que precisa ser divulgado é que quem compra um apartamento na planta pode solicitar diversas adaptações de acessibilidade sem custo algum até o início da obra. E o morador com deficiência com comprometimento de mobilidade e que tenha vaga vinculada à sua unidade pode solicitar a troca de sua vaga por uma vaga acessível. Os hotéis, as pousadas e similares também tiveram de se adaptar. Todas as áreas de acesso aos hóspedes, incluídos estacionamento, recepção, lan house, restaurantes, áreas de lazer, salas de ginástica, salas de convenções, spa, piscinas, saunas, salões de cabelereiro, lojas e demais espaços destinados à locação localizados no complexo hoteleiro, devem observar as normas de acessibilidade aplicáveis. Já os quartos precisam seguir o percentual definido no Decreto nº 9.296, de 2018, de acordo com a data de sua construção. Além disso, recursos de acessibilidade e tecnologia assistiva podem ser solicitados

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DIA NACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL

O Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Visual  é comemorado em 13 de dezembro por causa do dia de Santa Luzia, a santa católica protetora dos olhos. Antes chamado de Dia do Cego, a data mudou de nome porque, com a disseminação de conhecimento, as pessoas perceberam que a deficiência visual não se trata apenas de cegueira mas também de baixa visão. O objetivo da data é conscientizar a população contra o preconceito e discriminação, incentivando o espírito de solidariedade humana.

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Os voluntários da Fundação Dorina participam da homenagem da Band ao Dia Internacional do Voluntário

Hoje, Dia Internacional do Voluntário, o Jornal da Band levou ao ar uma matéria com a responsável pelo voluntariado da Fundação Dorina, Graça Martins de Oliveira, e a voluntária Vera Brandão. A matéria com mais de cinco minutos de duração abordou o voluntariado como sendo uma ação contínua, não aleatória,  além da inestimável contribuição da Dra. Zilda Arns fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, falecida em 2010. Assistam o video do Jornal da Band clicando AQUI

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Empresário com baixa visão cria agência de viagens para pessoas com deficiência

Praia, cidade, serra ou campo. Quem é que não quer ter o direito de “ir e vir” garantido e ser atendido em suas necessidades independentemente de onde esteja? Foi pensando nisso que o empresário Arthur Minitti, que é de São Paulo, mas mora em Curitiba, criou a Viagem Acessível, uma agência de viagens específica para pessoas com algum tipo de deficiência física ou intelectual, e tem ajudado a construir boas memórias. A ideia surgiu quase três anos atrás, depois de sua própria experiência tendo deficiência visual, mas mantendo uma rotina de viagens. “Eu sempre viajei muito, tanto com a minha família quanto a trabalho e as pessoas tinham curiosidade em saber como eu fazia para comprar as passagens, reservar hotel e tudo mais. Aí eu percebi que existia uma carência no mercado de turismo voltado a esse público”, diz. Arthur conta que o trabalho da agência é personalizar a viagem e adequar as opções. “Dentro do que a pessoa fala que está buscando e até das viagens que já fez, a gente traça um perfil e vai atrás de tudo que seja adequado para ela”, explica. O pacote inclui passeios, hospedagem, restaurantes e outras experiências que sejam acessíveis para aquele visitante. “A gente entra em contato antes com vários hotéis e pergunta, por exemplo, se há quartos para cadeirantes, como é a estrutura desde a recepção, se tem escadas e rampas, elevadores, indicações, enfim… sempre priorizando locais que permitam a autonomia do viajante”, ressalta. Agentes da empresa também visitam locais com frequência para conhecer os espaços antes de mandar os visitantes. Experiência própria Era atrás de uma comemoração em família pelo aniversário de 18 anos do filho que a servidora pública, Luciana Lopes Diaz Benjó, estava quando descobriu a agência de Arthur. “O Rafael é deficiente visual e eu achei muito interessante a proposta de serviço especializado”, comenta. O destino escolhido por eles foi Blumenau e seus arredores, em Santa Catarina. “Uma coisa que eu nem tinha pensando, mas fomos a todos os museus que você possa imaginar. Algo que nós adoramos e que não era a nossa proposta inicial”, expõe. Luciana cita, ainda, como principal lembrança o Museu da Família Imperial, que tem livros em Braile apresentando o ponto turístico. “Meu filho teve oportunidade de conhecer, no livro, todo o passeio que ele iria fazer e depois passar por cada ambiente fisicamente. Foi uma experiência ímpar”, avalia. História de vida Arthur já nasceu com certa limitação visual, mas foi na fase adulta que a situação se agravou. “Eu tive retinose pigmentar, fui fazer um tratamento à base de laser que acabou não dando certo e aí só foi piorando”, lembra. Formado na área de TI, acabou tendo que deixar a profissão precocemente por não conseguir mais lidar com as telas e monitores. Tempo depois – e com apenas percepções de luz e de ambiente – começou uma reaproximação com a

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Chegou ao Brasil o 1º app gratuito para crianças surdas

Chegou ao Brasil o 1º app gratuito para crianças surdas A empresa de tecnologia Huawei lançou na semana passada a versão em português gratuita do aplicativo StorySign, destinada a ajudar crianças surdas com a leitura e a alfabetização. O aplicativo StorySign utiliza o celular para auxiliar a criança durante a leitura, tanto em Língua Brasileira de Sinais (Libras) quanto em Língua Portuguesa. Por enquanto apenas duas obras infantis nacionais foram disponibilizadas: Gildo, de Silvana Rando, e A Festa Encrencada, de Sônia Junqueira. Exemplares físicos dessas obras também serão doadas pela Huawei a entidades selecionadas pela Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis). Por meio de um sistema de sensores acoplados ao corpo, um tradutor de Libras interage com as câmeras e, aos poucos, vai dando vida ao aplicativo e à personagem virtual, Star. O aplicativo StorySign é gratuito e funciona em smartphones e tablets, com suporte a iOS e Android. Está disponível na Huawei AppGallery, App Store ou Google Play Store. Assista ao video postado pelo jornal O Estado de São Paulo sobre o assunto pelo link https: //youtu.be/X7yyPRO6q9I

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Fundação Dorina, Google e Claro doam Smartphones para pessoas cegas

Parceria visa derrubar barreiras de comunicação e ampliar acessibilidade digital para pessoas com deficiência visual atendidas pela instituição A Fundação Dorina Nowill para Cegos, em parceria com o Google e a Claro, inicia nesta segunda-feira (9/11) a distribuição de 1500 smartphones Moto G9 Play para pessoas com deficiência visual atendidas pela instituição. O projeto tem o objetivo de eliminar barreiras de comunicação e informação, e promover de forma equânime o acesso ao universo digital, essencial para nossos dias. “Nossos produtos e serviços precisam levar em consideração a diversidade e representatividade dos nossos usuários. Esperamos que a parceria com a Fundação Dorina ajude no desenvolvimento das atividades do público atendido pela instituição, contribuindo assim, para aumentar a autonomia nas atividades do dia a dia e nos processos de ensino, aprendizagem, qualificação profissional e entretenimento”, afirma Fabio Coelho, presidente do Google Brasil. Os aparelhos contam com recursos especiais de acessibilidade e 2 anos de pacote de dados da Claro para que usuários cegos ou com baixa visão tenham autonomia para estudar, se divertir, realizar atendimentos a distância durante a pandemia de Covid-19 ou usar seus app favoritos. Junto com os celulares, as pessoas também recebem um guia digital explicando todas as funcionalidades do aparelho e seus recursos de acessibilidade. Autonomia Para Michael Miranda do Nascimento, que ficou cego há nove anos em decorrência de um descolamento da retina, o uso do smartphone é essencial no dia a dia. “Muita gente nem sabe que pessoas cegas podem usar smartphones, mas eles nos dão muita autonomia. Graças a recursos como o Talk Back, que lê todas as informações da tela, eu consigo fazer minhas pesquisas, enviar e receber mensagens, usar as redes sociais e realizar meus atendimentos online na Fundação Dorina ”, diz. Já a enfermeira aposentada Cleide Veiga Alves pretende usar o smartphone novo principalmente para ler seus e-books. “A acessibilidade digital para pessoas com deficiência visual é muito importante, pois nós somos capazes e devemos ser incluídos em tudo! Eu adoro ler, e vou contar com a ajuda das minhas filhas pra aprender a usar todas as funções desse presentão de Natal antecipado!”, conta ela. (post originalmente publicado no Blog da Fundação Dorina Nowill para Cegos)

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Máscaras transparentes geram renda para costureiras e promovem acessibilidade

Um grupo de costureiras de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, está em plena atividade na pandemia de covid-19. O trabalho na crise provocada pelo coronavírus é centralizado na produção de 100 mil máscaras com uma característica importante e específica. Os modelos em algodão têm na região da boca uma lâmina transparente, o que permite ver durante a fala movimentos do rosto, expressões e até sorrisos. É uma dinâmica fundamental para pessoas com deficiência auditiva que fazem leitura labial. Com o uso obrigatório das máscaras de proteção em todo o País, a leitura dos lábios, única maneira para muitos surdos entenderem o que outras pessoas estão falando, se tornou impossível, especialmente nos telejornais, com repórteres de rosto coberto do nariz ao queixo. Desde o começo da pandemia, surgiram em vários países ideias para confecção de itens transparentes que mantêm pessoas com deficiência auditiva na conversa. Essa foi a inspiração de um estudante de mestrado em gestão da inovação da Universidade Federal do ABC. O aluno trabalha na Volkswagen Financial Services, empresa de governança da Fundação Grupo Volkswagen, e apresentou à instituição a ideia de um protótipo. A Fundação Grupo Volkswagen, que tem várias iniciativas, inclusive ações para pessoas com deficiência, coordena o projeto ‘Costurando o Futuro’, voltado à empregabilidade e ao empreendedorismo em comunidades com a formação profissional em costura. As famílias vendem bolsas, mochilas e outros acessórios feitos de tecidos automotivos doados pelo Grupo VW e fornecedores, produzidos com a técnica do upcycling. O primeiro protótipo da máscara transparente, testado por pessoas com deficiência, tinha um problema: o visor embaçava. Com essa dificuldade em mãos, a Fundação procurou a BASF, que incluiu no projeto um de seus parceiros, a Parnaplast, e criou um filme plástico antiembaçante. VW e BASF doaram matéria-prima para a produção das mais de 100 mil máscaras e as famílias de São Bernardo do Campo estão à frente de suas máquinas de costura para entregar as primeiras encomendas, feitas pela própria BASF e por associações de pessoas com deficiência auditiva. São 100 pessoas trabalhando na confecção. As máscaras são vendidas a preço de custo e toda a renda fica com as famílias. As costureiras já haviam produzido 120 mil modelos tradicionais de algodão, encomendados por empresas do Grupo Volkswagen, concessionários e fornecedores. Quem tiver interesse em comprar as máscaras pode entrar em contato com a Fundação Grupo Volkswagen. Matéria publicada originalmente pelo blog Vencer Limites https://brasil.estadao.com.br/blogs/vencer-limites/mascaras-transparentes-geram-renda-para-costureiras-e-promovem-acessibilidade/ de Luiz Alexandre Souza Ventura

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Descrição da imagem: foto do Cristo Redentor iluminado na cor verde.
Acontece

Cristo Redentor fica verde em homenagem ao Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência

Nesta segunda-feira, 21, às 20h30, a estátua do Cristo Redentor, localizada no topo do morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, recebeu iluminação verde para marcar o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. A data foi instituída oficialmente em 14 de julho de 2005 pela Lei 11.133, mas já era lembrada desde 1982 por iniciativa de movimentos sociais. Seu objetivo é integrar o deficiente, seja ele auditivo, físico, visual e/ou mental, à sociedade, de forma igualitária e sem preconceitos.  Mesmo sem obter a integração ideal pretendida, é certo que alguns avanços foram experimentados nestes quinze anos. O Estatuto da Pessoa com Deficiência, lei 13.146 de julho de 2015, passou a criminalizar  práticas cometidas como, por exemplo, induzir ou incitar discriminação de pessoa em razão de sua deficiência, abandonar em hospitais, clínicas de saúde, laboratórios ou se apropriar de seus rendimentos, bens ou patrimônio. 

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Fundação Dorina Nowill é destaque na TV Globo

A retomada de parte dos atendimentos presenciais nas áreas médicas e de serviços da Fundação Dorina Nowill para Cegos foi pauta do telejornal da Rede Globo Bom Dia São Paulo no Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência e nossa biblioteca foi destaque! Na matéria, a repórter Natália Ariede entrevistou Cibele de Lima, que contou sua experiência com o atendimento on line da Fundação Dorina Nowill e das estratégias que aprendeu nesse período. A gerente de serviços da Dorina, Kelly Magalhães, falou sobre a retomada dos serviços presenciais e das dificuldades enfrentadas pelo atendimento à distância. Em seguida a repórter Ananda Apple falou sobre a biblioteca, com destaque para o aumento do número de downloads gratuitos dos 3.643 títulos disponíveis,  e conversou com o advogado da Fundação Marcelo Panico , acompanhado de Rudi , seu cão guia. A reportagem completa está disponível no Globo Play.  

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Almofadas em braille

A Costura do Imaginário e o Lar das Cegas da Associação de Cegos Louis Braille criaram juntas uma coleção de almofadas em braille com o desejo de transformar, inspirar e espalhar afeto, numa colaboração entre Cintia Caroline, Claudia Cleto, Eunice, Maria, Maria Cristina, Maria Martins, Nívia e Silvia Gherardi. Almofada Afeto com texto em braille no verso Um primeiro lote de 550 botões de cerâmica foi utilizado na confecção de capas de almofadas, camisetas,  bolsas, moletons e estandartes, gerando renda e oportunidade de trabalho para as mulheres com deficiência visual do Lar das Cegas. A marca utiliza várias formas dentro do design, para transformá-lo em produtos repletos de afeto, sempre com a base principal de serem acessíveis para aqueles que enxergam além do olhar. Todos os produtos possuem uma estampa em braille e parte das vendas é destinada a projetos que permitam o empoderamento e autonomia de pessoas com deficiência visual.  

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Mais um passo em direção a autonomia

Professora ajuda amigo deficiente visual a dar mais um passo em direção a autonomia. Tudo começou quando a Dra. Pnina Ari Gura, professora de engenharia mecânica e aeroespacial da Western Michigan University (WMU), colocando-se no lugar de um amigo deficiente visual, acabou por engajar seus alunos na busca de um novo equipamento que ofertasse autonomia e segurança, substituindo a bengala. A professora conta que ao acompanhar seu amigo, legalmente cego, observou que ele tinha dificuldade “em dobrar e navegar” com a bengala branca e resolveu ajudá-lo. Assim, após garantir financiamento ao projeto junto a WMU, a Dra. Phina se uniu a um ex-aluno, Justin Rittenhouse, e juntos criaram um colete que alerta o deficiente visual quando há um objeto próximo. O colete enviará um sinal ao celular, que informará a quantos metros de distância se encontra o objeto e se está acima, abaixo, ou ao lado. O projeto encontra-se ainda em fase de teste e melhorias. Agora o desafio é empregar os melhores esforços para que o colete tenha um preço acessível e para que todos aqueles que precisam possam fazer uso dele.

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