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Santos recebe oficina de leitura inclusiva

Santos foi a primeira cidade do estado de São Paulo – das 10 selecionadas – a receber a oficina “A leitura inclusiva e o livro digital Daisy”. O evento ocorreu no último dia 14 de março de 2018, no Centro de Atividades Integradas (Cais) Milton Teixeira (Vila Mathias). Promovido pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e pela Fundação Dorina Nowill para Cegos, o projeto Leitura Digital Acessível contou com o apoio da Coordenadoria de Defesa das Políticas para Pessoas com Deficiência da Prefeitura Municipal de Santos. Alunos, educadores, terapeutas ocupacionais e psicólogos de órgãos e escolas municipais aprenderam

Curitiba já começou a se unir para montar a rede de leitura inclusiva local

Aconteceu em Curitiba a primeira reunião com representantes de instituições como CAP-PR, Sesi, Fesp, Facel, IPC (Instituto Paranaense de Cegos), FCC (Fundação Cultural de Curitiba), Associção Hellen Keller (município de Pinhais) e a Biblioteca Pública do Estado. Na oportunidade, foi possível trocar experiências e refletir sobre caminhos para fortalecer a leitura inclusiva no Paraná. As principais demandas que surgiram foram: – o acesso a arquivos primários junto às editoras para que as universidades possam dispor de bibliografia em formato acessível; – dicas de como montar um núcleo de acessibilidade em faculdades e universidades; – necessidade de capacitação de professores e profissionais que trabalham com equipamentos culturais, especialmente as bibliotecas. – baixo número de usuários com deficiência nas bibliotecas.

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Conheça mais sobre o trabalho realizado em Minas Gerais

O trabalho da Rede de Leitura Inclusiva em Minas Gerais já conta com a mobilização e envolvimento dos participantes com a causa. O primeiro momento desta equipe foi produtivo. Eles apresentaram o projeto para diversas instituições como o APDV, Instituto Louis Braille, CAP, a Secretaria de Cultura,o espaço braille da Biblioteca Luiz Bessa e o Instituto São Rafael, uma grande referência na inclusão das pessoas com deficiência visual no Estado. Lá, o grupo foi recebido por Juarez, que mostrou diversas curiosidades sobre o acervo, como um dicionário braille da década de 60 doado pela Fundação Dorina e a coleção “O tempo e Vento” formada por cerca de 60 volumes. Os principais pontos abordados neste encontro foram: – Os pais tem um papel importante para despertar o gosto pela leitura desde cedo nos filhos que estão aprendendo o braille. Os livros

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Fórum SC marcou o início do grupo de leitura inclusiva em Santa Catarina

O encontro do Fórum SC para dar continuidade à construção do Plano Estadual do Livro e da Leitura de Santa Catarina (PELL) foi o melhor momento para começar a montar o grupo de trabalho da Rede de Leitura Inclusiva em Santa Catarina. Na primeira reunião, nos aproximamos e refletimos sobre o cenário no Estado de maneira mais ampla. Já no segundo encontro, pensamos em ações mais concretas. Alguns pontos levantados foram: – O impacto social das bibliotecas e espaços de leitura nas comunidades (relato da Biblioteca Barreiro Filho); – Dificuldade em compartilhar conteúdo acessível e de ter acesso aos arquivos de livros para transcrição para formato acessível; – Necessidade de ter informações mais sistematizadas, como diagnósticos das bibliotecas quanto à acessibilidade; – Este GT fazer um trabalho convergente com o do Fórum de Livro e Leitura, o grupo ser uma

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